Tem prece que reza a sorte
presenteia o azar no acaso de ser a sua vez
Há preces que rogam trêmulas as tolices selvagens,
se esfarelam verdades gasosas em aromas ocultos
blefam e perfuram com o que não se deve querer
A água bebe a vaca
o desejo sente o homem
a coisa dá nome à quem lhe tem