Pele tecido colorido que veste a carne doce
de peito pulsante e rasgado feito roupa velha
corpo estatística, é Marica Latina
Ego e cegueira
excessos e faltas
a verdade me foge amarga todas as manhãs
como quem corre oposto, cheio de medo
no escuro do novo
Eu não tenho razão
eu não tenho certeza
não me siga, não me obedeça
eu só sei viver
tentando
só sei viver