o silêncio entorna a certeza e molha a cara, suja o chão
escorre contemporânea as curvas mal feitas
pensa a vida além do corpo
e no balcão fecha a conta
Lá fora eu vou tentar de novo
Futuro cadáver que sou
Com menos cabelo
Com medo do tempo
Irresistivelmente chato
Inofensivamente mau
Já sei que o mundo não me deve amor