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quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Diário de pedra

Apalpe as costas com a força de uma nova ideia.
A mão escorregará para eternizar na memória um dia de ultimato.
Pelos sedentos que nascem em prol do aprendizado.
Pelos aprendizes que nascem pacientes descobrindo o ensinamento.

Era volta, renascimento, que cabe em revolta,
que fica em suspiros por não ceder à ignorância.
Moléstia vai, em prol do que cabe de novo e bom.
E tudo se enche de supérfluos e inchaço causado por extremidades pequenas.

Longe de uma ponta que concentra o que não nos cabe,
nos antecipamos em algumas curvas.
Recalculando.
Com precisão. Por aqui.

Em qualquer estrada o caminho estará errado.
Em qualquer céu bateremos asas ao encontro do nada.
Possibilidades improváveis, contestadas, contrariadas,
ao qual o erro ficou como verdade.

Hoje, o que vejo, não existe, por ter tentado criar algo que minhas mãos conheciam.
O que era pouco, deixou de ser. E a abundância do que sei, guardarei comigo.


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