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domingo, 17 de fevereiro de 2013

Feto afeto

Corjas discentes às surpresas bem-vindas.
Heresias que nos fazem falhar.
Você se lembra do último abraço ?
O pai que vai.
A mãe que insiste.
Acalmem-se.

Sei onde estou.
Conscientemente na força gravitacional dos passos que calço.
Sei pisar.
Mas mãe, não sei sobre o fim.
Mas pai, não sei ficar.

O que me pesa jogo fora.
De um lixo luxuoso ao que possuo.
Pobre distância que nos enlouquece.
Moldes que nos enquadram.

É incrível desconhecer-se.
Habitar um corpo sob a sensação de estranheza.

Mas pai.
Mas mãe.
Isso é medo ?

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