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sábado, 4 de agosto de 2012

Gargalo

Os olhos que lhe compram irão embora. Interprete minha fala ao modo verdadeiro pelo lado sóbrio da história. Seu pesadelo de exclusão é confuso, você passou a fazer parte dos que buscam o reconhecimento sem fazer algo relevante. Seu nome ecoa em cabeças pela noite, sua própria visão de si é algo lamentável. Me sinto responsável por ter lhe apresentado tal mundo. Mundo do qual sai. Mundo do qual você se afunda cada vez mais.
Entenda que, as flores que crescem em seu presente são regadas por água podre. Enquanto você viver pra ter, você terá  pra ser usado. Os sorrisos que lhe convém, fazem da sua mente um degrau. Pisarão em sua cabeça, e acima dela, outro igual a você virá. Outro igual a você irá deitar feito um degrau.
Mãos sujam são erguidas diante de sua visão. Os olhos enxergam a distorção alienada. A verdade é mascarada em obstáculos. Sorrisos que nunca estiveram em sua casa. Aplausos ensurdecedores lhe confundem com o que você mesmo pensa em crer.
De que adianta eu lhe puxar se você é o primeiro a se jogar de volta ?
Cabeça fraca. Acorde.