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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Pai nosso

Pai nosso.
Tua vontade idolatram sem ao menos conhecê-la.
Bebem do teu sangue,
comem do teu corpo.
Vivem por teu nome
mas os vejo morrer esquecidos.

Minha negação ao que não sinto.
E me desculpe,
mas não tenho lhe sentido.
Um peito vazio.
Uma vida sem fé.

Meu mestre,
as coisas estão a piorar.
O luto diário por falência,
quedas de mal gosto em tentação.
Querem vingar cada gota.

Orei por cura e pela glória.
Pedi por bem, mas tudo em vão.

Discípulos armados
sangraram nossa história.
Sempre a velha hipocrisia,
pelas regras em lhe aceitar.

Obrigado por morrer à nós.
Mas, pai nosso
nós o abandonamos.

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